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terça-feira, 9 de agosto de 2011

ESCHER EM GRANADA



Tive o prazer de visitar a exibiçao do artista ESCHER em granada com o motivo do aniversario de 75 anos da sua visita a Granada onde fez com que ele encontrasse o rumo correto de onde queria seguir...
Valeu a pena...


 M.C. Escher Universos Infinitos  - Parque das Ciencias de Granada

29 de março 2011 - 8 de Janeiro de 2012

Escher visitou  Alhambra de Granada em duas ocasioes : em 1922 e em 1936. Esta segunda visita, que completa agora  75 anos, marcou um antes e um despois na obra deste genial holandés. Uma obra marcada por seu profundo interesse pelas matemáticas, arquitectura e a perspectiva.


Maurits Cornelis Escher (Leeuwarden, 17 de Junho de 1898 - Hilversum, 27 de Março de 1972)
Foi um artista gráfico holandês conhecido pelas suas xilogravuras, litografias e meios-tons (mezzotints), que tendem a representar construções impossíveis, preenchimento regular do plano, explorações do infinito e as metamorfoses - padrões geométricos entrecruzados que se transformam gradualmente para formas completamente diferentes.

OBRA

Uma das principais contribuições da obra deste artista está em sua capacidade de gerar imagens com efeitos de ilusões de óptica. Foi numa visita à Alhambra, na Espanha, que o artista conheceu e se encantou pelos mosaicos que havia neste palácio de construção árabe. Escher achou muito interessante as formas como cada figura se entrelaçava a outra e se repetia, formando belos padrões geométricos. Este foi o ponto de partida para os seus trabalhos mais famosos, que consistiam no preenchimento regular do plano, normalmente utilizando imagens geométricas e não figurativas, como os árabes faziam por causa da sua religião muçulmana, que proíbe tais representações.
A partir de uma malha de polígonos, regulares ou não, Escher fazia mudanças, mas sem alterar a área do polígono original. Assim surgiam figuras de homens, peixes, aves, lagartos, todos envolvidos de tal forma que nenhum poderia mais se mexer. Tudo representado num plano bidimensional. Destacam-se também os trabalhos do artista que exploram o espaço. Escher brincava com o fato de ter que representar o espaço, que é tridimensional, num plano bidimensional, como a folha de papel. Com isto ele criava figuras impossíveis, representações distorcidas, paradoxos. Mais tarde ele foi considerado como um grande matemático geométrico.
  


                           









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